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2015

Angola é o primeiro país africano na final internacional da Case Rodeo

Angola é o primeiro país africano na final internacional da Case Rodeo

  • Published Wed Dec 9, 2015

Depois de estar presente em quase todas as partes do globo, desde a América, onde foi fundada, passando pela Europa e chegando até ao Médio Oriente, a marca internacional de equipamentos de construção Case Construction Equipment está centrando as atenções no continente africano. A marca conta com um novo distribuidor em Angola, que participou com os três melhores operadores na final da Case Rodeo que se realizou em Paris.

A entrada da Case Construction em África foi feita através de Angola, mas o objetivo passa por chegar a outros países (DR)

A estratégia da Case em África
A nova estratégia da Case Construction Equipment passar por aumentar a presença em África, não estivesse em causa o continente com maior margem de progressão na última década. «A margem de crescimento é brutal», afirma Riccardo Balma, o responsável de Marketing da Case para o continente africano, que acrescenta que «este passo há muito que estava a ser pensado».
Como já referido, Angola foi o primeiro país africano a participar no Rodeo da marca. Isto «pelo papel preponderante que tem vindo a ter no continente e pela margem de progressão que apresenta ao nível da construção civil, onde após uma guerra a necessidade de construção de infraestruturas de grande dimensão é cada vez mais notória - e a Case quer entrar nesse mercado, com as suas máquinas», explica Riccardo Balma.
Na mesma linha de pensamento segue Enrica Oderda. A Diretora de Marketing da CNH Industrial Construction Equipment para a Europa, a África e o Médio Oriente reforça a ideia de que África «é um continente com uma margem de progressão brutal e com grandes oportunidades, já que a nível de suporte técnico era o que dava mais garantias». Para a responsável da Case, a incursão do Case Rodeo no mercado africano «está a ser um sucesso» e a curto prazo o objetivo passa por chegar a países como Moçambique, Quénia, Tunísia ou África do Sul.

Obstáculos ultrapassados
Apesar da grande margem de crescimento e de todas as potencialidades que tem vindo a apresentar ao mundo, a verdade é que a entrada no continente africano «esteve longe de ser fácil», diz Ricardo Balma. A débil rede de comunicações, as poucas infraestruturas de suporte e por vezes a grande dificuldade de acessos «fazem de África um continente muito específico, ainda muito longe daquilo que já se faz por exemplo na América, na Europa e na Ásia», sublinha o responsáve de Marketing da Case para o continente africano.
Apesar das dificuldades encontradas no continente africano, Ricardo Balma refere que a estratégia da marca «é a mesma em qualquer lado do mundo, e os obstáculos têm que ser ultrapassados». A Case trabalha em sistema de rede, onde encontra um dealer ou um intermediário que funciona como importador oficial e que faz a gestão das máquinas e é responsável pelas vendas e pelo apoio técnico. Em Angola, o representante escolhido foi a Tracto-Lena, com quem estabeleceu uma ligação há cerca de ano e meio.
A África21 Online falou com o responsável da área comercial da Tracto-Lena para África, Pedro Torres, que explicou que a entrada da Case em Angola «é um passo importante no setor da construção e que veio, de certa forma, agitar o mercado». Esta parceria, na ótica do responsável da Tracto-Lena, é «essencial» para o desenvolvimento de Angola e do continente, já que «a necessidade de construção de infraestruturas é grande no país, assim como ter material de qualidade e duradouro que garanta segurança e fiabilidade a quem compra e aos operadores, porque existe uma grande diversidade de máquinas em Angola, nomeadamente de origem chinesa, mas que não apresentam a qualidade desejada e é aí que nós vencemos».
Pedro Torres faz «um balanço muito positivo» desta ainda curta parceria, e sublinha que «já está a ser estudada a hipótese de chegar a outros países». Contudo, as exigências são grandes e a «exploração de novos países, assim como a sua estratégia local, têm de ser pensadas ao pormenor, para se evitarem os erros», reforça o responsável da Tracto-Lena.

Um rodeo para angolano ver
Uma das provas de que as máquinas não servem só para trabalhar é o Rodeo da Case. Sendo uma prova já emblemática a nível mundial, reúne os melhores operadores das máquinas Case de 15 países e junta-os para uma série de desafios recheados de técnica e perícia. A final deste ano teve lugar em Paris, a capital francesa, no dia 26 de outubro. Teve como principal novidade a equipa nacional de Angola, composta pelo três melhores operadores locais e incluindo os responsáveis pelas empresas representadas.
Segundo Enrica Oderda, o objetivo do Rodeo da Case é «dar a conhecer as nossas máquinas aos profissionais e aos jornalistas e ter o feedback dos operadores para podermos crescer e melhorar certos aspetos, já que são eles - os operadores - que as usam diariamente». Durante um fim de semana, o trabalho fica de lado e dá lugar à boa-disposição, à competição e acima de tudo ao convívio, num evento que é organizado ao pormenor.
Como dito anteriormente, Angola participou pela primeira vez na final internacional do Rodeo, e a expectativa era grande, dado que foi a primeira equipa africana da história a participar no evento e também por ser a primeira de língua portuguesa. Para se escolher os melhores foi organizado um Rodeo local, em maio passado, em Luanda, que contou com a participação de cinquenta operadores que trabalham diariamente com as máquinas Case.
Com a presença de mais de 200 convidados, o evento criou a oportunidade para apresentar a gama completa do Equipamento Case a uma audiência composta por clientes-chave dos setores da construção, das minas e da agricultura. A iniciativa procurou também apresentar a parceria entre a Case e a Tracto-Lena.
Em Paris, a competição foi ganha por Janne Leppanen, um operador finlandês que foi o mais rápido a completar um percurso de quatro exigentes desafios. A nível de equipas, os dinamarqueses levaram a melhor e arrasaram a concorrência. A Final Internacional da Case Rodeo regressa para o ano, igualmente na capital francesa, com a certeza de que mais equipas africanas vão estar representadas. Tomás Tim-Tim

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